segunda-feira, 18 de julho de 2022

História Na Caixa

Olá queridos leitores!! Esta equipe composta por Rayla de Oliveira e Sthefany Dionizio muito especiais por todos da turma de pedagogia, produziram uma história na caixa onde elas narraram um pouco a história de Carolina Maria de Jesus. Vamos conferir a proposta de aula interativa das meninas?




   Proposta de aula interativa- História na caixa 

 

 

      A experiência de ler o Livro: Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, despertou o desejo de prezar com a maior fidelidade possível, a inserção da história dentro da vivência escolar de alunos(as) com a faixa etária estabelecida, de uma maneira lúdica, e claro buscando sempre um objetivo maior que é transmitir essa grande e necessária, obra com algo que fosse no mínimo, suficientemente eficiente.       O pressuposto, foi estabelecer parâmetros que inserissem a maior abrangência de todas as fases, da educação infantil, levando em consideração, como cada uma  se situa, e especialmente conseguem absorver conhecimentos. E claro, sem esquecer o quanto a inserção de livros de autores brasileiros, e negros como é o caso de Carolina, não deve ser considerada tão somente um comprimento de lei, mas acima de tudo,  um ato válido em levar representação para os alunos, isso deixa de ser regra, e ganha papel de ação, de resistência.  

 

      A temática central do livro, é a vida de Carolina, retratada de forma detalhada e certeiramente real, derivando dessas características centrais, e buscando ainda, contemplar as habilidades e competências da BNCC, surge a proposta intitulada: história na caixa. Essa proposta de aula interativa, é totalmente voltada a aplicação do lúdico como uma ponte para o conhecimento, adquirido desta maneira, com a junção de elementos mais diversos possíveis tais como: formas, espaços, cores, imagens, e recursos audiovisuais . 

 

    BNCC 

    Através de pontos específicos da BNCC, baseia-se os norteadores dessa sugestão, levando em consideração toda a estrutura da etapa da educação infantil, fase essa,  de essencial importância no processo de aprendizagem. A princípio, é postulado por esse documento todos os possíveis campos de exploração pelos quais, o docente deve prezar a desenvolver, a começar pelos direitos básicos, que são: o convívio, o brincar, o participar, o explorar, e o conhecer-se, e foi partindo desses quesitos que essa atividade foi desenvolvida. 

 

     Nesse viés, o corpo ganha grande papel de atribuição, já que é através de gestos e movimentos corporais tais como: engatinhar, sentar que o(a) aluno(a) consegue finalizar a tarefa, entretanto, o protagonismo não está limitado a apenas o corpo, já que, a implementação de traços, cores e formas também ganha destaque,  a escolha por diferentes recursos materiais, visuais e ainda audiovisuais, foi buscada pela necessidade pessoal em levar aos discentes, uma brincadeira que não os limita-se a um único viés de aprendizagem, mas sim, os leva- se ao máximo de possibilidades de absorção do conteúdo possíveis. 

 

     Benefícios:

 

  Ao implementar esse modelo de aula interativa, busca- se, principalmente, o alcance máximo, da absorção da obra de maneira lúdica, focada no desenvolvimento de memórias visuais, sejam elas de curto ou longo prazo. Além disso, o estímulo alcançado através dos recursos audiovisuais, fotográficos e de modelagem de formas  contribui diretamente para as noções de espaço, que por sua vez instigam o surgimento de hipóteses e curiosidades, que é o caso desse exercício, onde ao explorar a “ caixa”, o discente busca através da curiosidade, descobrir o que há por trás das janelas, o que pode vir após a cortina, a curiosidade é algo ligado ao ser humano, e com a criança, isso não é diferente. Outrossim, deve- se atentar ainda que ao trabalhar em sala de aula, essa tarefa em duplas, o convivência também , é nesse sentido, abordada e estimulada. 

 

Passo a passo- História na caixa  

 

1° passo: Primeiramente, o docente dever levar em consideração a quantidade de alunos(as) para assim decidir se o jogo será realizado de forma individual ou em duplas. 


2° passo: As regras devem ser repassadas aos mesmos, destacando a importância da colaboração mútua, e o espírito coletivo. 


3°  passo: Destacar a modalidade da atividade, incluindo a instrução de ouvir atentamente a narração da história ao fundo.

 

5° passo: O docente pode simular como entrar na caixa, e quais  movimentos podem facilitar o processo. 


6° passo: Antes do início da tarefa, deve- se falar sobre o autor e sua trajetória.


7° passo: Iniciado a brincadeira, o docente pode auxiliar o andamento do mesmo, caso algum aluno sinta dificuldade, vale destacar ainda, que a narração gravada não é obrigatória, e pode ser utilizada caso haja a disponibilidade de materiais, mas sua ausência não impede a narração através de um roteiro escrito, nesse aspecto, o professor lê a história, ou trecho do livro, com pausas para o andamento da brincadeira, vale ressaltar que não há tempo limite para a tarefa ser concluída deve-se respeitar o tempo de cada discente fazendo com que cada um participe da sua própria maneira e no seu tempo. 

  

 Divisão de atribuições do trabalho  


  • Ideia: A ideia inicialmente, foi proposta por Sthefany, que de acordo com a sua vontade em explorar o lúdico apresentou o esboço da proposta a Rayla, que  posteriormente implementou detalhes para o aprimoramento da ideia. 


  • Montagem Da Caixa: A montagem foi realizada em conjunto da dupla ( Rayla e Sthefany) 


  • Roteiro Do Jogo: Sthefany  


  • Parte Escrita Do Trabalho: Em conjunto ( Rayla e Sthefany ) 


  • Gravação Do Jogo: Sthefany

  •   

Link do vídeo da apresentação em sala: 



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