Olá Queridos Leitores!! Tudo Bem Com Vocês? Esta rádio novela que irei mostrar a vocês foi composta por, David Roberto, Galbir da Silva , Geisiel Alves, Rayla de Oliveira, Sthefany Dionizio e Tharcysio Ramon. Leiam um pouco do roteiro e assistam a tão esperada rádio novela, que pode ser usada para melhorar a interação da criança com o meio social.
vamos conferir o roteiro da equipe?
Rádio Novela
Anexo da Rádio novela:
https://drive.google.com/file/d/1RSEdzmTZoYl2sDcZe_QujFAyJPVYZF0I/view?usp=drivesdk
Ao assistirmos o vídeo, em sala de aula iriamos desenvolver uma atividade onde todos os alunos participaria, onde iriarmos pedir que os estudantes descrevesse o que eles viram no vídeo em forma de desenho, assim iremos acompanhar o desenvolvimento da criança.
(EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem,
quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso
sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.
Roteiro
No segundo trabalho nossa equipe desenvolveu uma rádio novela também de
acordo com o livro quarto de despejo, mas dessa vez utilizando o dia 16 de julho como
inspiração. Recriamos a convivência e os momentos que aconteceram no dia 16 de julho
com Carolina, seus filhos e sua vizinhança de forma criativa, com efeitos de fundo, bem
detalhados e com duração de 12min.
A exploração de diferentes meios e campos de aprendizagem, facilitam o
desenvolvimento de novos conhecimentos no campo educacional, principalmente na fase
da educação infantil. Nessa perspectiva, de acordo com a BNCC, “Conviver com
diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas, locais e universais, no cotidiano
da instituição escolar, possibilita às crianças, por meio de experiências diversificadas,
vivenciar diversas formas de expressão e linguagens, como as artes visuais (pintura,
modelagem, colagem, fotografia etc.), a música, o teatro, a dança e o audiovisual, entre
outras.” Quando há o incentivo direto da estimulação desses campos, a criança poderá a
partir de sua própria linguagem, estimular o desenvolvimento de memórias e
consequentemente novas aprendizagens. E, é no âmbito do áudio, que o trabalho da rádio
novela foi construído e dimensionado, utilizando- se de uma linguagem acessível, e que
principalmente, estimula- se a criação de memórias.
Roteiro de falas
Narrador: No capítulo de hoje... temos: 16 de julho!
Narrador: Carolina, estava dormindo, mas acordou com os gritos de Vera Eunice:
Vera Eunice: Mamãe, vá buscar água!
Narrador: E, obedecendo sua filha, mas com aquela vontade de continuar
dormindo, Carolina se levantou.
Carolina: (Bocejos de sono), Aí, Aí! Como queria continuar dormindo, mas é
aquela história... pobre não dorme, pobre cochila! (Sons de bocejos, e da cama fazendo
barulho)
Narrador: Carolina, levanta e vai buscar água para fazer o café. (sons de água
sendo despejada na chaleira), e depois a chaleira fervendo)
Narrador: Depois que ela fez o café, chamou os seus filhos para comer
Carolina: Venham, meninos! Hoje... não têm pão, bebam café simples, e comam
um pouco de farinha com carne. (Sons aleatórios de bocejos, e cadeiras sendo arrastadas)
Carolina: Hoje, eu acordei indisposta, já sei o que vou fazer: (Carolina se benze)
em nome, do pai, do filho e do Espírito Santo, amém! (após se benzer e bocejar)
Carolina
diz: Estou com mal olhado!
Narrador: Após se Benzer, Carolina percebe que sua indisposição foi embora junto
com seus bocejos, e foi até o seu Manuel para vender umas latas. (Sons de passos, e da
rua com buzinas de carros, pessoas conversando).
Manuel: Bom dia, Carolina! Como têm passado?
Carolina: Bom dia, estou indo... até onde esse lugar me permite, ou seja, não muito
bem. Vim até aqui para vender essas latas. (Sons de latas, enquanto ela entrega ao seu
Manuel)
Manuel: Muito bem, já trago seu dinheiro.
Narrador: Enquanto Carolina, esperava... pensava em tudo que precisava comprar
para os seus filhos.
Carolina: Aí... eu preciso comprar: Pão, Sabão, e Leite para Vera Eunice, tomara
que o dinheiro seja o suficiente.
Narrador: Mas, não foi... tudo que Carolina conseguiu foi 13 cruzeiros.
Carolina: 13 cruzeiros, é muito pouco não vai dar para comprar tudo...
Narrador: Carolina, ficou nervosa com tudo aquilo, e chegou nervosa em seu
barracão. (Som de porta abrindo e fechando)
Carolina: (Suspira fundo), e diz: Eu cato papel, eu lavo roupa para dois jovens,
permaneço na rua o dia todo... e, estou sempre em falta, (voz travada), a Vera, não tem
sapatos...E ela, não gosta de andar descalça, faz uns dois anos, que eu pretendo comprar
uma máquina de moer carne, e uma máquina de costura...
Narrador: Carolina, começa a preparar o almoço para os dois meninos, era um
almoço simples com: Arroz, feijão e carne. (Sons de panelas, e comidas sendo preparadas)
Carolina: Crianças!
Narrador: diz ela...
Carolina: Eu vou sair para catar papel, não saiam para a rua, e brinquem no quintal.
Filhos juntos: Sim, mãe!
Carolina: Preciso que façam isso, vocês sabem que nossos vizinhos não nos dão
sossego... (Sons de passos)
Narrador: Carolina sai, e seus filhos ficam brincando...E, enquanto caminhava
lamentava:
Carolina: Hoje, eu estou tão indisposta, como eu queria me deitar agora... mas, o
que posso fazer, é como dizia ao seu Manuel mais cedo: Pobre, não repousa, não tem o
privilégio de descansar, hoje eu estou nervosa, é algo que vem de dentro....
Narrador: Carolina, conseguiu catar dois sacos de papel, uns ferros, umas latas, e
lenha, e vinha pensando...
Carolina: Eu sei que quando chegar em casa, vou encontrar novidades, talvez... a
Dona Rosa, ou a Maria dos Anjos, brigaram com meus filhos.
Narrador: Chegando em casa... Carolina, foi olhar os seus filhos. (Som de porta
abrindo)
Carolina: Vera Eunice? Ah, ela está dormindo, e os meninos? Certo, estão
brincando na rua...
Narrador: Já passam das 2 horas então Carolina, pensa:
Carolina: Creio que vou passar o dia sem novidades!
Narrador: Então, o seu filho: João José, veio lhe avisar: (Som de passos
apressados)
João José: Mãe! A perua, que dá dinheiro, está dando comida!
Narrador: Eles então, pegaram a sacola e foram atrás dos alimentos. (Som de
buzina)
Cara aleatório: Tome senhora, pegue!
Carolina: Ah, é o dono do centro espírita da rua vergueiro 103, bom. vamos ver o
que ganhamos: 2kg de arroz, 2 de feijão... e de macarrão.
Narrador: Carolina ficou feliz, a perua foi embora e ela voltou mais calma para
casa. (Som de porta abrindo)
Carolina: Bom, já que agora estou mais calma, vou ler um pouco... (Sons de
revistas sendo abertas, e dela sentando-se no capim)
Narrador: Naquela tarde, Carolina lia, enquanto os raios de sol a aquecia, assim
que iria iniciar uma nova história, seus filhos aparecem
Filhos: Mãe, a gente quer pão!
Carolina: Tome (Sons de moedas) vá comprar um Sabão, dois melhores, e o resto
de pão.
Narrador: Enquanto João José, foi ao Arnaldo...Carolina preparou um café.
João José: Mãe, eu perdi os remédios...
Carolina: Vamos procurar...
Narrador: Os dois, saíram a procura dos melhores, mas não os encontraram.
Chegando em casa... (Som de gente brigando)
Mulher: Carolina, ensine boas maneiras ao seu filho! Ele apedrejou a minha casa!
Narrador: Disse a mulher, enfurecida.
Narrador: Carolina, entrou para casa, com João José e Carolina, o interroga
pergunto se aquilo era verdade. Ele, não confirma nem nega, ela... não precisou de muito
para saber a verdade.
Elenco:
Thacysio
Rayla
Davyd
Sthefany
Galbir
Geisiel
Apresentador da Rádio:
Geisiel
Narrador:
Thacysio
Carolina:
Sthefany
Vera Eunice:
Rayla
João José:
Davyd
Manuel:
Galbir
Dono do centro espírita:
Galbir
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